Em Julho de 2005 vários funcionários desta CIA foram demitidos sem qualquer
explicação.
A quantas andam os trabalhos do nosso glorioso sindiviarios quanto ao
movimento do retorno destes funcionários?
O que foi feito pelos funcionários demitidos que ficaram sem assistência
medica e sem qualquer apoio por parte deste orgão?
E os que ainda estão empregados, como estão se virando com as perseguições
impostas pelos seus superiores?
Por que ninguem se mexe?
Manifestem - se srs.
Segue matéria do site da CUT.
Sds.
Antonio Carlos Capovilla, Ex funcionário.
Demitidos da Febem serão reintegrados
Por: CUT
Os funcionários demitidos da Fundação do Bem Estar Social (Febem) agora
podem comemorar. Em nova ação movida pelo Sitraemfa-CUT, sindicato da
categoria, o juiz Rui César Correa, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT),
concedeu liminar que obriga a Febem a reintegrar os trabalhadores na
terça-feira, dia 24 de janeiro.
A decisão foi publicada, em 19 de dezembro de 2005, e não foi aplicada antes
devido às férias forense do Tribunal.
Segundo o Sindicato, cerca de 1.100 funcionários voltarão ao emprego nas
unidades do Complexo da capital. Em função das pressões do Sintraemfa e da
CUT, já retornaram ao trabalho 600 trabalhadores. "Sempre apostamos nesta
vitória, porém, estamos atentos caso o governo Alckmin desrespeite novamente
a decisão da Justiça", afirma a presidente, Maria Gusmão.
Na terça dia, os funcionários demitidos realizarão manifestação, às 9h, em
frente à sede da Febem, situada à R. Florêncio de Abreu, 848, Luz.
Histórico
O drama dos funcionários da Febem iniciou em 14 de fevereiro de 2005, quando
o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) publicou em diário oficial
a extinção de seus cargos. Sem fazer uma investigação aprofundada, o
governador os acusou de torturados. Nos seus lugares, foram contratadas
pessoas sem qualificação e preparo para as funções. Resultado: as rebeliões
nas unidades explodiram em São Paulo. Só na Febem do Tatuapé foram 38.
No decorrer desse período, o Sitraemfa organizou diversas manifestações,
greves e ajuizou ações que foram reconhecidas pelo Tribunal Regional do
Trabalho, Tribunal Superior do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e
pelo Supremo Tribunal Federal. No entanto, o governo Alckmin não respeitou e
nem cumpriu nenhuma das decisões.
Essa nova liminar, concedida em 19 de dezembro, representa uma vitória para
os trabalhadores e uma derrota para o governador Alckmin.
Fonte: Viviane Barbosa - CUT/SP
(E-mail recebido em 25/01/06)
AFCET COMENTA:
Continuamos nas mãos das chefias que acreditam estar preparadas para lidar com as "pessoas", continuamos na mesma situação, se não for pior, pois ameaças existem, gerentes dizendo que de agora em diante quem não se enquadrar na política da empresa será demitido, Sr. Superintendente (SET) impõem regras de ditadura, nas pontes dos feriados quem é escolhido É OBRIGADO A FOLGAR, o CRE e Sindicato até tentaram argumentar com a diretoria da CET, mas o Sr. Superintendente manteve a sua posição: FOLGA IMPOSTA, sem contar que todas as horas que os colegas estão devendo deverão OBRIGATORIAMENTE ser compensadas SOMENTE nos finais-de-semana, veja só, já há casos de colegas esticarem suas horas de trabalho em dia da semana e serem informados que será pago como hora-extra. ABSURDO não é?
O Sr. Superintentente crê que nínguém tem família, vida social e nem precisa de descanso. É assim que estamos Antonio Carlos, e pelo visto a tendência é ficar pior, você tem razão, se o Sindiviários está fazendo alguma coisa, nínguém está sabendo de nada, pois, como sempre a informação nunca chega onde deveria, ficamos sempre com a rádio peão que só beneficia a cúpula da CET.
25 de janeiro de 2006
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